Tratamento para dermatite atópica em Curitiba

O tratamento para dermatite atópica em Curitiba é realizado pela Dra. Camilla C Pereira. Médica alergologista e imunologista que trata crianças, adultos e idosos. Esta página é para informar o paciente com veracidade, mas não deve ser utilizada como autodiagnóstico ou automedicação. Caso necessário, o paciente deve agendar uma consulta com a médica alergista em Curitiba.

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Médica alergista para tratar dermatite atópica em Curitiba - Dra. Camilla C Pereira

A médica alergista para tratar dermatite atópica em Curitiba é a Dra. Camilla C Pereira. Atende pacientes de todas as idades, para prevenção e promoção à saúde de pessoas que sofrem com reações alérgicas e imunológicas. Para acolher e cuidar de cada paciente com segurança e humanização oferece atendimento em localidades diferentes com todo suporte hospitalar necessário, como Ambulatório de Alergia e Imunologia Pediátrica do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie – SUS e atendimentos em consultório privado/telemedicina no Plunes Centro Médico e Pilar Centro Médico. A médica é graduada em Medicina pela UNOESC - Joaçaba-SC, com Especialização em Pediatria pelo Hospital Universitário Evangélico Mackenzie de Curitiba, Pós-graduação em Alergia e Imunologia - IPEMED -SP e Observership em Alergia e Imunologia Pediátrica no Hospital Italiano de Buenos Aires - Buenos Aires - Argentina. Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - SBP, Associação Brasileira de Alergia e Imunologia - ASBAI e Alergista e Imunologista Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria - SBP.

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Tratamento para dermatite atópica em Curitiba
alergista para tratar dermatite atópica em Curitiba

O que é a dermatite atópica?

A dermatite atópica é uma doença alérgica causada por um processo inflamatório na pele. Existem períodos de melhora e deterioração, que podem ocorrer em intervalos de dias, meses ou anos entre uma crise e outra. Há também casos de dermatite crônica em que não ocorre intervalo de melhora e o paciente apresenta inflamação persistente. A dermatite atópica não é contagiosa e está frequentemente associada a outras alergias, como rinite e asma. Além dos fatores comuns que causam uma crise de dermatite, tem um fator genético que também afeta o ressecamento da pele, como: alimentos aos quais o paciente é alérgico, ácaros, fungos, pelos de animais, poeira, perfumes e até própria sudorese. É importante saber que fatores emocionais também podem desencadear uma crise ou piorar um quadro. A dermatite ocorre quando a produção natural de gordura diminui, tornando-a mais ressecada. Essa secura pode levar a coceira e feridas, que podem promover infecções bacterianas e fúngicas. Um dado importante sobre a dermatite atópica diz respeito ao estado emocional do paciente.

Quais são os sintomas da dermatite atópica?

Os sinais e sintomas de uma crise de dermatite atópica incluem coceira intensa, cujas consequências incluem sono prejudicado e desempenho na escola e no trabalho, pele vermelha, seca, com crostas, rachaduras e, em casos mais graves, uma ferida que exsuda água ou pus, que pode ser um sinal de uma infecção bacteriana ou viral secundária.

Dúvidas frequentes sobre o tratamento da dermatite atópica em Curitiba

Esclarecemos as principais dúvidas sobre o tratamento de dermatite atópica em Curitiba. Vale ressaltar que cada paciente recebe um tipo de tratamento, levando em consideração sua idade, outras condições alérgicas e mais.

O que pode desencadear a dermatite atópica?

Fatores que desencadeiam crises de dermatite atópica mais comuns são amaciantes, sabões, detergentes, roupas sintéticas, etiquetas, materiais abrasivos, poluentes, produtos químicos e condições climáticas, como temperatura e umidade. Para evitar uma crise, as pessoas com alergias podem desenvolver alguns hábitos em seu dia a dia, como: lavar as roupas com sabão neutro de glicerina e lavar roupas novas antes do primeiro uso. Sempre que possível, prefira tecidos 100% algodão. O banho deve ser rápido, não superior a 10 minutos, até duas vezes ao dia, sempre com água morna. Sabonetes e xampus devem ser neutros, sem perfume e bucha não deve ser usada. Após o banho, a pele deve ser hidratada mantendo-se úmida. Pessoas com alergias podem tomar sol, mas no início da manhã ou no início da noite. Após um período de tempo na piscina ou na praia, deve-se retirar a roupa molhada e tomar banho, em seguida, aplicar hidratante. O protetor solar é essencial e nunca deve ser esquecido. No verão, prefira roupas de cores claras e evite tecidos apertados e cores escuras. Para pessoas com dermatite, são recomendados tecidos de algodão e malha, e tecidos sintéticos como lycra ou jeans devem ser evitados. Os alérgenos comprovados por meio de testes e inspeções anteriores devem ser evitados. Por exemplo, se o prick test for positivo para ácaros, fungos e pelos de animais, tudo isso deve ser evitado nos chamados controles ambientais. A ingestão de certos alimentos também pode piorar a dermatite em pessoas com doença mais grave. Se um médico confirmar uma alergia alimentar, é necessária uma dieta de exclusão.

Importância da hidratação da pele para a dermatite atópica

A hidratação da pele é extremamente importante para a dermatite atópica. Existem vários tipos de hidratantes no mercado indicados para o tratamento adequado do quadro. 

Existe uma técnica de hidratação da pele recomendada para pacientes com lesões crônicas que não melhoram com hidratação regular. Estas são as técnicas do envoltório molhado e do pijama molhado. Veja como funciona: à noite, após usar o medicamento prescrito pelo médico, o paciente deve aplicar uma quantidade generosa de creme hidratante na lesão e envolvê-la com um curativo úmido, depois adicionar um curativo seco por cima e retirá-lo no próximo dia. Devido ao risco de asfixia, esta técnica não pode ser usada no pescoço ou no peito. A técnica funciona porque o creme hidratante age nas lesões à noite. Por ser coberto, o paciente não pode se coçar. Na manhã seguinte, o curativo costuma estar seco e a pele mais hidratada. Este processo pode ser repetido por várias noites seguidas até que a condição melhore. Quando uma grande área do corpo estiver ferida, use a mesma técnica, mas use pijamas molhados e secos em vez de bandagens. Ah, esse método pode ser feito em crianças, não precisa se preocupar porque não vai causar resfriado.

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Como controlar a dermatite atópica com medicação?

Para controlar a dermatite atópica, a medicação é necessária em alguns casos. Os esteróides tópicos ajudam a reduzir a inflamação e reduzir a coceira. A escolha de qual usar fica a critério do médico, que avaliará a força e a localização da lesão. Cremes são usados ​​para lesões agudas e pomadas são usadas para lesões crônicas. Uma grande vantagem é o baixo custo. O tratamento ativo pode ser uma boa opção para pacientes com crises frequentes de dermatite. Essa terapia consiste no uso duas vezes por semana em locais que normalmente apresentam crises frequentes. Os anti-histamínicos geralmente são administrados à noite porque deixam você sonolento e podem reduzir a coceira. Outra opção para o tratamento da dermatite atópica são os inibidores de calcineurina, que são imunomoduladores que atuam como corticosteroides tópicos de potência moderada, mas sem os efeitos colaterais. A desvantagem é o preço, que é muito superior aos esteróides. Em alguns casos específicos, corticosteroides orais podem ser usados, mas por pouco tempo. A maior dificuldade com este tratamento é que os efeitos colaterais impedem o uso prolongado e as lesões muitas vezes se repetem. Imunossupressores orais como ciclosporina, azatioprina e metotrexato são usados ​​em situações de difícil controle. Estes podem ser usados ​​por longos períodos de tempo, mas são sempre acompanhados de perto por um médico para controlar possíveis efeitos adversos. Pessoas com dermatite atópica são mais propensas a desenvolver complicações de infecções bacterianas, fúngicas e virais da pele. Uma infecção bacteriana secundária pode ocorrer se a pele apresentar crostas, vermelhidão e secreção. Nesses casos, é necessário iniciar o tratamento com antibióticos, que podem ser tópicos ou sistêmicos e são sempre prescritos por um médico. Em caso de infecções recorrentes, você pode tomar banho com água sanitária, mas sempre consulte seu médico de alergia em Curitiba.

Tratamento adequado para dermatite atópica


O tratamento para dermatite atópica deve ser individualizado por meio da análise da história clínica do paciente, gravidade e recorrência da lesão e presença de outras alergias ou infecções bacterianas. Portanto, uma avaliação médica cuidadosa é necessária para indicar o tratamento adequado para cada paciente.

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Estrutura e humanização para o tratamento de alergias em Curitiba

A Dra. Camilla C Pereira oferece toda estrutura necessária para realização de tratamento de alergias em Curitiba. Com grande expertise profissional, a médica une estratégias tratativas atuais para casos simples e complexos. Os atendimentos são realizados de maneira individualizada e personalizada, que leva em conta não só o paciente, mas a família e o ambiente em que está inserido.

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